11 de janeiro de 2008

AVIOES E COISAS ASSIM

Nunca se sabe o que nos aterra em cima.
Há dias em que levantamos voo contentes. Pensamos em passados felizes e em dias futuros. E é precisamente quando estamos parados na rua, a sentir as pessoas e o que o mundo parece ser que o peso da aeronave nos cai em cima.
Só por sermos humanos é que do chão ainda conseguimos ver uma nesga de céu.
Só por isso.

1 comentário:

Anónimo disse...

Estas metaforas denunciam uma melancolia latente, e uma esperanca ardente. Sonhos de água quente, de certeza.
Meu, foge p´ra Natureza.


Gruss